No nosso terceiro dia de passeio, iniciamos, sem pressa, nosso caminho de volta. Decidimos retornar pela Argentina, em direção a Posadas, capital da província de Misiones. No caminho, paramos em algumas ruínas Missioneiras, antes de chegar ao nosso destino do dia.
A primeira parada foi em San Ignacio, onde conhecemos as ruínas históricas da Redução Jesuíta de San Ignácio Miní. Esta é a mais bem conservada de todas as Missões Jesuítas na Argentina.
Brasileiros pagam ARS 60,00 para entrar, mas o ingresso vale também para as outras duas missões que conhecemos na sequência.
Nossa segunda parda foi na cidade de Loreto, onde estão as Ruínas Jesuítas de Nuestra Señora de Loreto, um dos povoados jesuíticos mais importantes da época, pela produção de Erva-Mate e por suspeitar-se de que foi lá, onde surgiu a primeira prensa literária da América Latina, de onde teriam sido impressos alguns livros.
A terceira e última Missão Jesuíta Argentina que vistamos foi a Nuestra Señora de Santa Ana, na cidade de Santa Ana.
O passeio é muito bonito e interessante, uma verdadeira viagem no tempo, onde é possível aprender muito, ainda mais por estarmos com um historiador no grupo, mas, em função do calor intenso daquela região, ficamos bastante cansados, lembrando que fomos em Janeiro.
De tarde, chegamos ao nosso destino: Posadas. A capital de Misiones, na Argentina, é uma bela cidade. O que nos chamou a atenção, logo de cara, foi a "Costanera", uma extensa área na margem do Rio Paraná, um calçadão muito aproveitado pela população, com espaço para lazer e a prática de atividades físicas. Da Costanera, é possível enxergar a margem oposta do Rio Paraná, onde fica a cidade Paraguaia de Encarnación.
Caminhamos bastaaaante por essa região, tanto de dia quanto a noite. Só não conseguimos aproveitar mais, devido ao calor esgotante, inclusive durante a noite.
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segunda-feira, 23 de maio de 2016
quinta-feira, 21 de abril de 2016
Foz do Iguaçu - Primeiro dia: Viagem e Cataratas do Iguaçu #TripFozMisiones
Como o dólar não dá jeito de baixar, continuamos nossas andanças por lugares mais “próximos”, porém sem perder em nada para os outros destinos que viajamos anteriormente.
A viagem para Foz do Iguaçu nasceu de uma conversa que tivemos com nossos padrinhos de casamento, Gabi e Alex. Os dois também amam viajar e, sempre que possível, optam em utilizar o carro como meio de transporte, o que foi uma novidade para nós. Já havíamos realizado uma viagem com eles, fomos ao Itaimbezinho, porém o tempo não colaborou...
Maasss... nada derruba nosso desejo por colocar o pé na estrada, fazer as malas e ir!!!
Fizemos uma janta para decidir o destino... e pronto! Lugar = Ok! Fomos organizar pousada, itinerário e orçamento!
A ideia original era sair de Taquara pelas 5 horas da manhã, mas a vontade era taaaanta de viajar, que saímos a meia noite! Horário maravilhoso para se viajar, quase sem movimento, principalmente de caminhões. Saímos de Taquara/RS e, depois de 16 horas de carro, inúmeras paradas, muita conversa fiada, algumas horas de sono (só da Vivi) e todo o tipo de música no rádio, chegamos ao destino!! Importante: saímos a essa hora pois o Alex já havia viajado por esse caminho, senão, teríamos saído de dia! Melhor não arriscar!
Devido ao cansaço da viagem, o primeiro dia se resumiu em ir no mercado, comer, dormir e pular na piscina da Pousada.
Primeiro dia em Foz:
Assim que o dia “raiou” já estávamos prontos para conhecer as Cataratas do Iguaçu, resolvemos fazer a visita pelo lado argentino, quem visitou os dois locais, diz que o parque “hermano” é mais bonito para se conhecer, mas temos certeza que o brasileiro também vale a pena!!
A informação que possuímos é que o parque brasileiro é mais organizado em termos de infraestrutura, porém o lado argentino apresenta mais opções de atividades e pode-se ver melhor as cataratas, além disso, tínhamos muito interesse no Macuco Safari (ou Iguazu Jungle, na Argentina), um passeio de barco que chega bem próximo das quedas e, pelo o que ouvimos, o passeio argentino é com mais “emoção”, então... Por que não?
A informação que possuímos é que o parque brasileiro é mais organizado em termos de infraestrutura, porém o lado argentino apresenta mais opções de atividades e pode-se ver melhor as cataratas, além disso, tínhamos muito interesse no Macuco Safari (ou Iguazu Jungle, na Argentina), um passeio de barco que chega bem próximo das quedas e, pelo o que ouvimos, o passeio argentino é com mais “emoção”, então... Por que não?
Para irmos para a Argentina, tivemos que providenciar a carta verde, documento que libera o carro para transitar em outro país, foi bastante simples, apenas fizemos a solicitação com a empresa que já é a seguradora do carro e eles providenciaram rapidinho. O valor é padrão e proporcional ao número de dias que você irá precisar, para nós, que solicitamos para 4 dias, saiu 27 dólares, na época, o equivalente a R$110,00 (vale lembrar que é importante que o carro esteja no nome de algum dos passageiros, caso contrário, envolverá um pouco mais de burocracia).
Tivemos que aguardar alguns minutos na fronteira, mas logo estávamos em solo estrangeiro. Como o parque é na divisa dos dois países, cerca de poucos quilômetros depois chegamos ao local. Pagamos o estacionamento e as entradas em reais mesmo (é inevitável perder um pouco na hora da conversão, já que você fica dependendo da cotação que eles "fizerem"), o valor da entrada é 200 pesos por pessoas, mais 90 pesos pelo estacionamento.
Logo após ao Pórtico de Entrada, há um guichê da Iguazu Jungle, existem muitas opções de passeio, escolhemos o “mais completo”, mas NÃO ENTREM NESSA FRIA!!! O passeio que optamos (Gran Aventura) contava com: “safari” + subida do rio + parada sob a queda das cataratas, somando todo o pacote, o tempo estimado é de 1 hora de passeio, ao valor de +200 pesos. A outra opção de pacote era somente ir na “parada sob a queda das cataratas” (Aventura Náutica), ao valor de 100 pesos. Quando ele falou que nesse segundo passeio, seriam somente 15 minutos, acreditamos que o “Gran” daria mais tempo curtindo a aventura.
Na nossa opinião (deixando bem claro que é só a nossa opinião!) o “safari” é um desperdício de tempo, você embarca em um caminhão adaptado com banquinhos, e o passeio é basicamente chegar até a margem do rio por um caminho em meio a selva, com um guia mostrando os animais e plantas em um polígrafo (isso mesmo!) e você lutando contra o sono. Mas, depois que chegamos no rio, entramos no barco rumo as cataratas, para DAÍ SIM, fazer o passeio de verdade!!!! É realmente emocionante quando a embarcação chega próximo às quedas de água, experiência indescritível, pena que dura pouco, essa parte do passeio é aquela de aproximadamente 15 minutos.
Após nossa Gran Aventura, fizemos as trilhas que o parque oferece, terminamos nosso passeio em grande estilo, com a vista da Garganta do Diabo, principal atração das cataratas, a queda com maior fluxo, simplesmente impossível não se molhar!!
| Uma das pontes para chegar até a Garganta del Diablo |
| ''Fila'' para foto no mirante |
| Gabi e Alex na Garganta del Diablo |
Ao final do passeio, retornamos cansados, sujos, famintos e felizes para Foz do Iguaçú. Jantamos em uma churrascaria que, essa sim, vale a pena, não é porque a Churrascaria era Do Gaúcho, mas entre as diversas opções que a cidade oferece, ela tem um preço muito convidativo, R$26,50, e uma comida especialmente boa. Recomendamos!
quinta-feira, 19 de novembro de 2015
Lua de Mel em Buenos Aires - Quarto Dia
No nosso último dia (último, pois no dia seguinte fomos cedo
para o aeroporto) de Lua de Mel, resolvemos fazer um passeio até cidade de
Tigre.
A cidade fica na Província de Buenos Aires e faz parte da
região metropolitana da capital Argentina.
A maior atração turística do local é o Delta do Paraná, um
dos maiores deltas do mundo e um dos poucos que não deságua no mar, ele segue
seu fluxo pelo Rio da Prata.
A cidade de Tigre costuma ser comparada com Veneza, já que
ali o Rio Paraná divide-se em vários pequenos rios, formando diversas ilhas.
De início, havíamos decidido deixar o passeio a Tigre de
fora do nosso roteiro, mesmo com várias pessoas nos dizendo que não poderíamos
deixar de conhecer (incluindo todos os taxistas com quem conversamos), pois
estávamos achando o valor do passeio oferecido pelas agências e pelo nosso
hotel, muito alto (400 pesos por pessoa). Mas, quando descobrimos que existe um
trem que sai da estação Retiro, em Buenos Aires, e vai até Tigre, não tínhamos
mais desculpas. Além de ser muito barato (6 pesos por pessoa, o trecho), foi
extremamente fácil de chegar, pois Tigre é a estação final do trem, então, não
tem erro.
Assim que colocamos os pés na cidade, entendemos por que
tantas pessoas nos sugeriram conhecer o lugar. É realmente lindo!
Claro, depois de darmos uma rápida caminhada pelas margens
do Rio, percebemos logo o quanto ele sofre com a poluição. O cheiro é muito
forte e desagradável, realmente lamentável para um lugar tão bonito.
Optamos por fazer um passeio de barco pelo Delta (100 pesos
por pessoa, o passeio de uma hora).
Gostamos da experiência! (e acabamos gastando menos de 150
pesos – com a alimentação – por pessoa)
Na volta para Buenos Aires, chegamos na estação Retiro e já
fomos direto, de metro, para o Bairro Palermo.
Apesar de a nossa passagem por ele ter sido breve (mais
breve do que gostaríamos, em função do horário), foi um dos nossos lugares
favoritos em Buenos Aires. Com certeza, quando voltarmos, será o lugar onde
queremos passar mais tempo!
Todo esse encanto por Palermo, provavelmente se deve ao
Parque 3 de Febrero, um dos mais bonitos que já vimos. Um lugar que merece uma
tarde inteira de passeio, especialmente se você tiver um chimarrão para levar
junto.
Para encerrar o dia, e fechar com
chave de ouro nossa Lua de Mel, fomos jantar no La Cabrera. O ideal é ir com
reserva (http://lacabrera.com.ar/), nós fomos sem, e acabamos indo jantar às
22:30, mas sabíamos que seria assim e valeu a pena esperar. A comida é
espetacular, o atendimento de primeira, e o ambiente divertido deixa claro por
que ele é considerado um dos melhores da América Latina.
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