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quarta-feira, 21 de setembro de 2016

São Miguel das Missões - Quarto dia #TripFozMisiones

No nosso quarto e último dia da #TripFozMissiones, foi a vez de visitarmos as Ruínas da Redução Jesuíticas de São Miguel Arcanjo.


Nossa viagem começou de manhã, bem cedinho, saímos do hotel, depois de um ótimo café da manhã, rumo ao Rio Grande do Sul.

Atravessamos a fronteira na cidade de São Borja, onde fomos surpreendidos por um pedágio (ainda em solo argentino) que custava R$60,00!!! Realmente, um roubo... Mas, não tínhamos o que fazer.... Depois de passado o susto, seguimos nossa viagem em direção às Ruínas da Redução Jesuítica de São Miguel Arcanjo.

Para quem é gaúcho, conhecer as Ruínas de São Miguel Arcanjo, faz parte da infância. É comum as escolas levarem os alunos para conhecerem este local histórico, portanto, boa parte das pessoas daqui, conhecem estas ruínas.


A experiência de revisitar este local, agora adultos, foi muito interessante, além de mais interesse e reconhecimento da importância histórica do lugar, foi bacana compararmos as memórias da infância com o que vimos agora.

As ruínas de  São Miguel Arcanjo, estão localizadas onde hoje é o município de São Miguel das Missões, no noroeste do Rio Grande do Sul. São consideradas Patrimônio Mundial da UNESCO.

Esta Redução Jesuítica integrava os Sete Povos das Missões e, assim como as demais foi um produto da campanha cristã de evangelização, feita pelos padres jesuítas espanhóis.







Depois de aproveitarmos bem o nosso tempo lá, visitarmos o  museu e tirarmos várias fotos, seguimos nossa viagem de volta para casa.





Estátuas esculpidas pelos índios sob orientação dos Padres Jesuítas
Para o ''almoço'', paramos em Ijuí, em um posto de gasolina muito bem equipado, o Posto 44, que tem várias opções de lanches e até um espaço para descanso.

Chegamos nas nossas casas na noite deste mesmo dia. Cansados, mas muito satisfeitos com a nossa experiência.









segunda-feira, 23 de maio de 2016

Misiones/AR - Terceiro dia #TripFozMisiones

No nosso terceiro dia de passeio, iniciamos, sem pressa, nosso caminho de volta. Decidimos retornar pela Argentina, em direção a Posadas, capital da província de Misiones. No caminho, paramos em algumas ruínas Missioneiras, antes de chegar ao nosso destino do dia.


A primeira parada foi em San Ignacio, onde conhecemos as ruínas históricas da Redução Jesuíta de San Ignácio Miní. Esta é a mais bem conservada de todas as Missões Jesuítas na Argentina.
Brasileiros pagam ARS 60,00 para entrar, mas o ingresso vale também para as outras duas missões que conhecemos na sequência.





Nossa segunda parda foi na cidade de Loreto, onde estão as Ruínas Jesuítas de Nuestra Señora de Loreto, um dos povoados jesuíticos mais importantes da época, pela produção de Erva-Mate e por suspeitar-se de que foi lá, onde surgiu a primeira prensa literária da América Latina, de onde teriam sido impressos alguns livros.



A terceira e última Missão Jesuíta Argentina que vistamos foi a Nuestra Señora de Santa Ana, na cidade de Santa Ana.



O passeio é muito bonito e interessante, uma verdadeira viagem no tempo, onde é possível aprender muito, ainda mais por estarmos com um historiador no grupo, mas, em função do calor intenso daquela região, ficamos bastante cansados, lembrando que fomos em Janeiro.


De tarde, chegamos ao nosso destino: Posadas. A capital de Misiones, na Argentina, é uma bela cidade. O que nos chamou a atenção, logo de cara, foi a "Costanera", uma extensa área na margem do Rio Paraná, um calçadão muito aproveitado pela população, com espaço para lazer e a prática de atividades físicas. Da Costanera, é possível enxergar a margem oposta do Rio Paraná, onde fica a cidade Paraguaia de Encarnación.


Caminhamos bastaaaante por essa região, tanto de dia quanto a noite. Só não conseguimos aproveitar mais, devido ao calor esgotante, inclusive durante a noite.



segunda-feira, 2 de maio de 2016

Foz do Iguaçu - Segundo dia: Usina Hidrelétrica de Itaipu #TripFozMisiones

Depois da nossa experiência inesquecível no Parque das Aves, na manhã do nosso segundo dia em Foz do Iguaçu, decidimos conhecer a Usina Hidrelétrica de Itaipu. Então, depois de almoçarmos, seguimos nosso passeio para lá.


O Centro de Recepção de Visitantes da Usina fica, aproximadamente, 12km do centro de Foz. Alguns metros antes do acesso principal de Itaípu. Ali, você encontra estacionamento, bilheteria, lojas, atendimento ao público e é de onde partem todas as visitas à Usina.


Existem diversa opções de passeios, mas os mais populares são: a Visita Panorâmica (que nós, exceto o Alex, Fizemos) e o Circuito Especial (que o Alex fez)

Ambos os passeio iniciam com a exibição de um filme, de aproximadamente 20 minutos, sobre Itaipu. A Visita Panorâmica, segue de ônibus pelo Mirante do Vertedouro e inclui uma parada no Mirante Central, de onde se tem uma visão de quase toda a barragem. No Mirante Central há uma parada livre com banheiros e loja de conveniências, A visita continua no ônibus, passando pelos Condutos Forçados, e também  por cima da barragem, de onde se tem, de um lado, a vista do Rio Paraná e, do outro lado, do reservatório de 1.350 km² que abastece Itaipu.
A Visita Panorâmica dura aproximadamente 1h30min, custa R$31,00 e acontece todos os dias, das 8h às 16h30min, com saída a cada 30 minutos.

ônibus de passeio
Mirante do Vertedouro
Mirante do Vertedouro
Mirante Central
Barragem


Já o Circuito Especial, além de fazer a visita esterna, também leva os turistas para conheceram a parte interna da Usina. O passeio inclui a Sala de Comando Central, a galeria de turbinas, que estão em pleno trabalho, e as "catedrais" de concreto que formam a impressionante estrutura da hidrelétrica. O Circuito Especial dura aproximadamente 2h30min, custa R$74,00 e os passeios saem todo os dias às 8h, 8h30min, 10h, 10h30min, 13h30min, 14h, 15h30min e 16h.

Além da mega construção, realmente bastante imponente, a forma que a Usina foi formatada e a maneira de gestão é bastante peculiar, pois ela não é “totalmente” brasileira. Itaipu também é parte paraguaia. A energia produzida pela hidrelétrica supre 95% das necessidades do Paraguai e 20% do Brasil, sendo que parte do energia criada é vendida pelo Paraguai ao nosso país.

Infelizmente o calor pós-meio dia era muito intenso, o que dificultou um pouco o passeio, mas, aqueles que chegam a Foz do Iguaçu não podem ir embora sem dar uma passadinha em Itaipu, que, na nossa opinião é sinônimo de sucesso.


segunda-feira, 25 de abril de 2016

Foz do Iguaçu – Segundo dia: Parque das Aves #TripFozMisiones

Como optamos por conhecer a principal atração da cidade no primeiro dia, reservamos o dia seguinte para conhecer o Parque das Aves e a Usina Hidrelétrica  de Itaipu.

Mas hoje, vamos falar só sobre o parque das aves, pois ele merece uma atenção especial.
Depois de visitar um dos principais cartões postais do Brasil, achamos que nada pudesse nos surpreender mais e que aquilo que viesse seria lucro, mas estávamos bem errados!


Reservamos a parte da manhã para visitar o Parque das Aves.
Lá, você tem contato com mais de 1.000 aves, em uma excelente infraestrutura, e ainda pode conhecer muito da flora brasileira.


Parte do passeio é feito dentro dos viveiros, podendo-se chegar muito próximo às aves, o viveiro das araras foi a atração que mais nos chamou a atenção. Ali, a quantidade de cores e sons é fascinante, não tem como não gostar!!!





Entre as outras atrações, que chamam bastante atenção, estão o refúgio das Harpias (a mais poderosa ave de rapina do mundo), os flamingos e o Casuar (uma ave solitária e territorialista, que quando provocada, pode tornar-se extremamente agressiva, o que lhe deu o título de "ave mais perigosa do mundo" no Livro dos Recordes).

Viveiro das Harpias
Viveiro dos Flamingos
Casuar
O parque é bem grande, 16,5 hectares, pode-se passar toda a manhã caminhando pelas trilhas que levam os visitantes a permearem uma floresta subtropical e conhecerem mais de 200 espécies de aves.
De todas as aves que habitam o local, pelo menos, 50% foram resgatadas dos maus tratos e tráfico; e 43% nasceram no parque. Também são acolhidas as aves que não tem mais condições de viver na natureza e mantidas ali, em um ambiente onde podem viver felizes.


Passeio dentro de um dos viveiros
Saída de um viveiro

Periquitos resgatados do tráfico


Mais algumas informações sobre o Parque das Aves:

A entrada custa R$30,00, ele abre às 8:30, e é mais aconselhável ir de manhã, pois é o período de mais atividade das aves. Porém, uma das atrações, que é tirar foto com uma arara pousada no braço, só é possível a partir das 13h (por isso não fizemos).

Não deixe de visitar o site e conhecer um pouquinho mais sobre o Parque das Aves e a sua história.



quinta-feira, 21 de abril de 2016

Foz do Iguaçu - Primeiro dia: Viagem e Cataratas do Iguaçu #TripFozMisiones

Como o dólar não dá jeito de baixar, continuamos nossas andanças por lugares mais “próximos”,  porém sem perder em nada para os outros destinos que viajamos anteriormente.



A viagem para Foz do Iguaçu nasceu de uma conversa que tivemos com nossos padrinhos de casamento, Gabi e Alex. Os dois também amam viajar e, sempre que possível, optam em utilizar o carro como meio de transporte, o que foi uma novidade para nós. Já havíamos realizado uma viagem com eles, fomos ao Itaimbezinho, porém o tempo não colaborou...
Maasss... nada derruba nosso desejo por colocar o pé na estrada, fazer as malas e ir!!!

Fizemos uma janta para decidir o destino... e pronto! Lugar = Ok! Fomos organizar pousada, itinerário e orçamento!

A ideia original era sair de Taquara pelas 5 horas da manhã, mas a vontade era taaaanta de viajar, que saímos a meia noite! Horário maravilhoso para se viajar, quase sem movimento, principalmente de caminhões. Saímos de Taquara/RS e, depois de 16 horas de carro, inúmeras paradas, muita conversa fiada, algumas horas de sono (só da Vivi) e todo o tipo de música no rádio, chegamos ao destino!! Importante: saímos a essa hora pois o Alex já havia viajado por esse caminho, senão, teríamos saído de dia! Melhor não arriscar!






Devido ao cansaço da viagem, o primeiro dia se resumiu em ir no mercado, comer, dormir e pular na piscina da Pousada.



Primeiro dia em Foz:

Assim que o dia “raiou” já estávamos prontos para conhecer as Cataratas do Iguaçu, resolvemos fazer a visita pelo lado argentino, quem visitou os dois locais, diz que o parque “hermano” é mais bonito para se conhecer, mas temos certeza que o brasileiro também vale a pena!! 

A informação que possuímos é que o parque brasileiro é mais organizado em termos de infraestrutura, porém o lado argentino apresenta mais opções de atividades e pode-se ver melhor as cataratas, além disso, tínhamos muito interesse no Macuco Safari (ou Iguazu Jungle, na Argentina), um passeio de barco que chega bem próximo das quedas e, pelo o que ouvimos, o passeio argentino é com mais “emoção”, então... Por que não?




Para irmos para a Argentina, tivemos que providenciar a carta verde, documento que libera o carro para transitar em outro país, foi bastante simples, apenas fizemos a solicitação com a empresa que já é a seguradora do carro e eles providenciaram rapidinho. O valor é padrão e proporcional ao número de dias que você irá precisar, para nós, que solicitamos para 4 dias, saiu 27 dólares, na época, o equivalente a R$110,00 (vale lembrar que é importante que o carro esteja no nome de algum dos passageiros, caso contrário, envolverá um pouco mais de burocracia). 
Tivemos que aguardar alguns minutos na fronteira, mas logo estávamos em solo estrangeiro. Como o parque é na divisa dos dois países, cerca de poucos quilômetros depois chegamos ao local. Pagamos o estacionamento e as entradas em reais mesmo (é inevitável perder um pouco na hora da conversão, já que você fica dependendo da cotação que eles "fizerem"), o valor da entrada é 200 pesos por pessoas, mais 90 pesos pelo estacionamento.








Logo após ao Pórtico de Entrada, há um guichê da Iguazu Jungle, existem muitas opções de passeio, escolhemos o “mais completo”, mas NÃO ENTREM NESSA FRIA!!! O passeio que optamos (Gran Aventura) contava com: “safari” + subida do rio + parada sob a queda das cataratas, somando todo o pacote, o tempo estimado é de 1 hora de passeio, ao valor de +200 pesos. A outra opção de pacote era somente ir na “parada sob a queda das cataratas” (Aventura Náutica), ao valor de 100 pesos. Quando ele falou que nesse segundo passeio, seriam somente 15 minutos, acreditamos que o “Gran” daria mais tempo curtindo a aventura.



Na nossa opinião (deixando bem claro que é só a nossa opinião!) o “safari” é um desperdício de tempo, você embarca em um caminhão adaptado com banquinhos, e o passeio é basicamente chegar até a margem do rio por um caminho em meio a selva, com um guia mostrando os animais e plantas em um polígrafo (isso mesmo!) e você lutando contra o sono. Mas, depois que chegamos no rio, entramos no barco rumo as cataratas, para DAÍ SIM, fazer o passeio de verdade!!!! É realmente emocionante quando a embarcação chega próximo às quedas de água, experiência indescritível, pena que dura pouco, essa parte do passeio é aquela de aproximadamente 15 minutos.







Após nossa Gran Aventura, fizemos as trilhas que o parque oferece, terminamos nosso passeio em grande estilo, com a vista da Garganta do Diabo, principal atração das cataratas, a queda com maior fluxo, simplesmente impossível não se molhar!!






Uma das pontes para chegar até a Garganta del Diablo
''Fila'' para foto no mirante
Gabi e Alex na Garganta del Diablo









Ao final do passeio, retornamos cansados, sujos, famintos e felizes para Foz do Iguaçú. Jantamos em uma churrascaria que, essa sim, vale a pena, não é porque a Churrascaria era Do Gaúcho, mas entre as diversas opções que a cidade oferece, ela tem um preço muito convidativo,  R$26,50, e uma comida especialmente boa. Recomendamos!