quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Amsterdam - Parte I

23º dia de mochilão

         Estamos um pouco atrasados com os posts, mas tentaremos recuperar isto hoje, da melhor forma possível.
        Na última segunda-feira, foi a vez de sairmos de Belim rumo à Amsterdam. Após algumas horas de viagem, chegamos na Holanda quando o sol já havia se posto e, assim que localizamos nosso hostel e largamos as malas, saimos para dar uma volta pela cidade.
         Logo de início, já vimos que seria uma cidade completamente diferente das outras que visitamos na Europa. Com um clima bem mais descontraído, mas pessoas jovens e barulho na ruas, Amsterdam fugiu dos padrões que estávamos acostumado. Não deixa de ser uma cidade igualmente bonita como as demais, mas possui muitas peculiariedades. A primeira delas vimos logo de cara, quando chegamos, a Red Street, localizada no Red Light District de Amsterdam, onde o submundo é legalizado. 
          O nome oficial da rua é De Wallen, é uma das mais conhecidas zonas de prostituição do mundo e uma das maiores atrações turísticas de Amsterdam. Lá podem ser encontrados diversos sex shops, cinemas e teatros exóticos, além da prostituição propriamete dita e das vitrines com as mulheres se exibindo.


terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Berlim - Parte III

22º dia de mochilão:

         Antes de mais nada, gostaríamos de pedir desculpas por não termos postado nos últimos dias, ocorreu que no hostel que estamos não havia intenet, mas parece que o problema foi resolvido e voltamos a ter contato com o mundo exterior!

         Nosso último dia de mochilão iniciou sem nenhuma programação, porém encontramos 3 mineiros (Aleksander, Daniel e Luiz) que nos ajudaram muito a aproveitar o dia, eles haviam se programado para conhecer o Campo de Concentração de Sachsenhausen.
       Visitar um campo de concentração passa uma energia diferente, complicado de explicar, as histórias que são mostradas as vezes são difíceis de acreditar, porque foi ali que tudo aconteceu.
       Sachsenhausen ficou ativo entre os anos de 1936 e 1945, os arquivos mostram que 140 mil prisioneiros deram entrada no local e que ao menos 30 mil foram executados.





           Saímos dali e fomos conhecer o Estádio Olímpico de Berlim, construído entre 1934 e 1936 para os Jogos Olímpicos de 1936 e também sediou a final da Copa do Mundo de 2006, vencida pela Itália.


         Por último, visitamos o Palácio de Charlottenburg, foi casa da realeza da Prússia, e atualmente serve como Museu.



 

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Berlim - Parte II

21º dia de mochilão - Parte II

          Como já havíamos mencionado no post anterior, como o Walking Tour nos forneceu muitas informações sobre Berlim resolvemos dividir o dia em 'duas partes'.
           Depois do Muro de Berlim fomos passamos pelo Checkpoint Charlie, projetado como um simples posto militar para passagem de estrangeiros e membros das Forças Aliadas da Alemanha Ocidental para a Alemanha Oriental, se tornou um símbolo da Guerra Fria, representando a separação do leste e oeste, para alguns alemães orientais uma estrada para a liberdade.
             Hoje em dia o ponto é marcado pelas imagens de um soldado americano e do outro lado um soldado soviético, cada um sempre vigiando sua posição.

Soldado Americano
Soldado Soviético
            Do Checkpoint Charlie rumamos para a Gendarmenmarkt, no centro da praça se encontra o  Staatsoper Unter den Linden, sendo que ao lado dele, se localizam a igreja alemã e a igreja francesa. A construção da francesa deu-se ao grande movimento migratório de pessoas do país, então a Alemanha resolveu construir um templo para mostrar que estes eram bem-vindos. As duas construções seriam iguais, porém reza a lenda que a igreja alemã seria 1 metro maior.

Igreja Alemã
Igreja Francesa
Staatsoper Unter den Linden
           Ainda no Walking Tour conhecemos o Parlamento Alemão, a visita ao local é permitida, porém com agendamento pelo site. Sua cúpula de vidro é muito bonita, com um significado muito interessante, de acordo com a nossa guia, o objetivo da cúpula é dar aos políticos a idéia de que o povo esta sobre eles, já que durante a visitação é possível caminhar pela cúpula.
   


          O tour se encerrou a Ilha dos Museus, localizada no centro de Berlim a ilha conta com 5 museus, além da Catedral de Berlim, de religião protestante, o material utilizado para construção tem como objetivo dar ao local uma idéia de 'antigo', porém ela foi erguinda entre os anos de 1895 e 1905.



          
         Voltando para casa, ainda deu tempo para visitarmos a galeria da Mercedes-Benz, e nos deslumbrarmos com alguns dos modelos da marca!



sábado, 18 de fevereiro de 2012

Berlim - Parte I

21º dia de mochilão

       Chegamos ontem em Berlim, mas como já dia já havia acabado e estávamos cansados da viajem, não saimos para fazer turismo.
        Nossas atividades começaram hoje, por volta das 10h e 30min. Como Berlim é uma cidade muito grande e com muitas histórias para contar, decidimos fazer o Free Walking Tour, muito famoso aqui na cidade. O tour dura 3 horas e meia e é gratuito, porém o guia conta com a sua gorjeta (mais do que justa) no final do passeio.
        Como visitamos muitas coisas hoje e temos muito conteúdo para falar sobre cada uma, não vamos mostrar tudo hoje para não tornar o post cansativo.
       O passeio começa na praça Pariser Platz, onde está localizado o famoso Portão de Brandemburgo, símbolo da cidade. Em seu topo, a estátua representa a Deusa Grega Eurene, Deusa da Paz. Originalmente ela estava voltada para o lado oeste de Berlim, mas os soviéticos a inverteram e voltaram a sua face para o leste.



          Nesta mesma praça, além das embaixadas americana e francesa, também está localizado o Hotel Adlon, o mais caro de Berlim, podendo custar até 15.000 euros a diária. Este hotel ficou mais famoso quando o astro Michael Jackson pendurou seu filho pela sacada de um dos quartos.


          De lá, fomos para o Memorial aos Judeus Mortos na Europa. Esta obra foi projetada pelo arquiteto Peter Eisenman e consiste em 19.000m² cobertos por 2.711 blocos de concreto de 2,38m de comprimento por 0,95m de largura e com alturas variadas entre 0,2m e 4,8m. Os blocos são desenhados para produzir uma intranqüilidade, um clima de confusão e a escultura toda ajuda a representar um sistema supostamente ordenado e que perdeu o contato com a razão humana.



          Seguindo o tour, a parada seguinte foi um pouco inusitada, pois era um estacionamento de carros, porém, após ouvirmos a guia, descobrimos que na verdade, no subsolo daquela área, estava localizado o Führerbunker (Abrigo do Líder), onde Hitler passou as últimas semanas do regime nazista e cometeu suicídio. O Abrigo ficava à 5m de profundidade, possuia dois andares e contava com 30 salas, saídas de emergência e sistema de ventilação a prova de gases venenosos. Hoje em dia este abrigo está selado e há poucas coisas que lembram que um dia existiu, aliás, há apenas uma placa indicativa para turistas.


           O último ponto que comentaremos sobre o tour hoje é o Muro de Berlim, construído em 1961 e derrubado em 1989, ele dispensa qualquer explicação. A parte que permanece em pé, atualmente é intocável, já que no início, logo após a sua queda, centenas de turistas iam até lá para retirar pedaços e levar para casa como souvenir. Hoje o Muro de Berlim é apenas uma parede simbólica, porém toda Berlim ainda possui sua cicatriz, já que uma linha permanece traçada onde antes ele existiu.


Linha que representa o local onde antes passava o Muro